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dc.contributor.advisor1Meireles, Débora Chaves-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3776796942428947pt_BR
dc.contributor.referee1Uceli, Amanda Ferrari-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8732959303854361pt_BR
dc.creatorArthuso, Isabela Monteiro de Amorim-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3156490801218114pt_BR
dc.date.accessioned2025-08-29T15:02:17Z-
dc.date.available2025-08-29-
dc.date.available2025-08-29T15:02:17Z-
dc.date.issued2025-07-31-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/19335-
dc.description.abstractThis study investigates the determinants of health conditions in labor market participation by gender in Brazil, using microdata from the 2019 Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE) and Linear Probability and Probit models. Among Brazilians aged 15 to 65, 57.27% self-reported “good” health, although 34% presented at least one Noncommunicable Chronic Disease (NCD) and 37.1% had an unhealthy lifestyle related to smoking and/or alcohol consumption—a factor that, unlike the others, is positively associated with labor market participation. The results show that women with “good” health are 1.12% less likely to enter the labor market compared to those reporting “very good” health, an effect that intensifies as health status worsens. Physical inactivity, poor diet, low educational attainment, NCDs, and residing in urban areas reduce the probability of participation for both genders, highlighting the combined influence of health, lifestyle, and socioeconomic context.pt_BR
dc.description.resumoEste estudo investiga os determinantes das condições de saúde na participação no mercado de trabalho por gênero no Brasil, utilizando microdados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS/IBGE) de 2019 e modelos de Probabilidade Linear e Probit. Para os brasileiros entre 15 a 65 anos, 57,27% auto relataram saúde “boa”, embora 34% apresentem ao menos uma Doença Crônica Não Transmissível (DCNT) e 37,1% possuem estilo de vida não saudável relacionado ao tabagismo e/ou consumo de álcool, fator que, ao contrário dos demais, associa-se positivamente à participação laboral. Os resultados mostram que mulheres com saúde “boa” têm 1,12% menos chance de inserção no mercado de trabalho em comparação às que declaram saúde “muito boa”, efeito que se intensifica com a piora do estado de saúde. O sedentarismo, a má alimentação, a baixa escolaridade, as DCNTs e residir em áreas urbanas reduzem a probabilidade de participação em ambos os gêneros, evidenciando a influência conjunta de saúde, hábitos e contexto socioeconômico.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora - Campus Avançado de Governador Valadarespt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentICSA - Instituto Ciências Sociais Aplicadaspt_BR
dc.publisher.initialsUFJF/GVpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
dc.subjectSaúdept_BR
dc.subjectMercado de trabalhopt_BR
dc.subjectEstilo de vidapt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subjectHealthpt_BR
dc.subjectLabor marketpt_BR
dc.subjectLifestylept_BR
dc.subjectBrazilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIApt_BR
dc.titleDeterminantes das condições de saúde na participação do mercado de trabalho por gênero no Brasilpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
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