https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/19312
File | Description | Size | Format | |
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lauannydealmeidasilva.pdf | 1.57 MB | Adobe PDF | ![]() View/Open |
DC Field | Value | Language |
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dc.contributor.advisor1 | Moreira, Ana Rosa Costa Picanço | - |
dc.contributor.advisor1Lattes | lattes.cnpq.br/0224301047354520 | pt_BR |
dc.contributor.referee1 | Monteiro, Sandrelena da Silva | - |
dc.contributor.referee1Lattes | lattes.cnpq.br/6839916101962610 | pt_BR |
dc.creator | Silva, Lauanny de Almeida | - |
dc.creator.Lattes | - | pt_BR |
dc.date.accessioned | 2025-08-28T14:51:14Z | - |
dc.date.available | 2025-08-14 | - |
dc.date.available | 2025-08-28T14:51:14Z | - |
dc.date.issued | 2025-08-14 | - |
dc.identifier.uri | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/19312 | - |
dc.description.abstract | - | pt_BR |
dc.description.resumo | O presente trabalho aborda o papel crucial do brincar de faz de conta no desenvolvimento infantil, com atenção especial ao contexto do Transtorno do Espectro Autista (TEA). O estudo busca compreender como o tempo, a organização do espaço, a disponibilidades de objetos e a presença de parceiros, influenciam nas formas de brincar e nas possibilidades de expressão e desenvolvimento simbólico de uma criança com TEA. Para isso, adotou-se como referencial teórico a Teoria Histórico-Cultural de L. S. Vigotski, a qual destaca o brincar como uma atividade essencial no processo de constituição das funções psicológicas superiores. Nessa perspectiva, utiliza-se a abordagem qualitativa de investigação no estudo de caso. Trata-se de uma pesquisa de caráter longitudinal, com duração de dois anos (2023-2024), onde foram observadas as interações de uma criança com TEA, matriculada em uma escola particular de ensino regular do município de Juiz de Fora. As observações foram realizadas entre os 6 e 8 anos de idade da criança, períodos em que ela cursava o 1º e o 2º ano do Ensino Fundamental, analisando episódios de brincadeira espontânea no ambiente escolar. As análises revelaram que a escolha dos objetos, a organização do espaço, a disponibilidade de tempo e a mediação são fatores condicionantes para a qualidade do brincar Por fim, os resultados indicaram que, apesar de as barreiras associadas ao transtorno, a criança demonstrou potencial de engajamento em brincadeiras de faz de conta e interações simbólicas, principalmente quando havia mediação e contextos favoráveis. | pt_BR |
dc.language | por | pt_BR |
dc.publisher | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) | pt_BR |
dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
dc.publisher.department | Faculdade de Educação | pt_BR |
dc.publisher.initials | UFJF | pt_BR |
dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
dc.rights | Attribution-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/ | * |
dc.subject | Brincar | pt_BR |
dc.subject | Desenvolvimento atípico | pt_BR |
dc.subject | Mediação | pt_BR |
dc.subject.cnpq | Educação | pt_BR |
dc.title | O faz de conta de crianças com transtorno do espectro autista (TEA): uma abordagem da teoria histórico-cultural | pt_BR |
dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
Appears in Collections: | Pedagogia presencial - TCC Graduação |
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