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dc.contributor.advisor1Zacaron, Katy Andrade Monteiro-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8877281943692877pt_BR
dc.contributor.referee1Forechi, Ludimila-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0815202432844175pt_BR
dc.contributor.referee2Brito, Thalles de Souza-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0356411554182924pt_BR
dc.creatorCatão, Álvaro Thyerre Miranda-
dc.creatorCunha, Mônica Batista-
dc.creatorKlippel, Nathália Nazareth-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0927626206073334pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0652176357418694pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4392074856331690pt_BR
dc.date.accessioned2026-02-02T16:45:49Z-
dc.date.available2026-02-02-
dc.date.available2026-02-02T16:45:49Z-
dc.date.issued2026-01-22-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20138-
dc.description.abstractIntroduction: Decreased ankle dorsiflexion (ADF) range of motion (ROM) during dynamic activities has been reported in subjects with patellofemoral pain (PFP) and is theorised to play a role in its development. Objective: To compare the maximum ADF angle between individuals with PFP and asymptomatic controls. Methods: A sistematic review and meta-analysis of studies of humans with PFP undergoing maximum ADF angle assessment, published in peer-reviewed journals in English. We searched CINAHL, Cochrane CENTRAL, EMBASE, LILACS, MEDLINE, PEDro, SciELO, SCOPUS, SPORTDiscus, and Web of Science databases. The outcome of interest was PFP, and the exposure of interest was maximum ADF ROM. Data extraction and risk-of-bias scoring were conducted in duplicate and independently. The Joanna Briggs Institute critical appraisal tools were used to assess the risk of bias. Effect sizes were pooled using random-effects models and reported as standardised mean differences (SMD). Subgroup analyses were conducted for ADF assessment characteristics. Results: Twelve studies providing 15 datasets were included. No significant difference in maximum ADF was found between individuals with PFP and asymptomatic controls (SMD = -0.3875; 95% CI: -1.02 to 0.25; p = 0.2123), with high heterogeneity (I² = 95.56%). Subgroup analysis showed differences related to the type of assessment (active or passive) but not to position or weight-bearing status. Conclusion: Maximum ADF does not consistently differ between individuals with PFP and asymptomatic controls. Assessment of this variable in isolation does not appear sufficient to explain the presence of patellofemoral pain.pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A redução da amplitude de movimento de dorsiflexão do tornozelo (DFT) durante atividades dinâmicas tem sido observada em indivíduos com dor femoropatelar (DFP), sendo considerada um possível fator envolvido em seu desenvolvimento. Objetivo: Comparar o ângulo máximo de DFT entre indivíduos com DFP e controles assintomáticos. Métodos: Trata-se de uma revisão sistemática e meta-análise de estudos com indivíduos com DFP submetidos à avaliação da DFT máxima, publicados em periódicos revisados por pares e em inglês. As bases CINAHL, Cochrane CENTRAL, EMBASE, LILACS, MEDLINE, PEDro, sciELO, SCOPUS, SPORTDiscus e Web of Science foram consultadas. O desfecho de interesse foi DFP; e a exposição, a amplitude máxima de DFT. Extração de dados e avaliação do risco de viés foram realizadas de forma independente por dois revisores, utilizando a ferramenta do Joanna Briggs Institute. Os tamanhos de efeito foram agrupados por modelos de efeitos aleatórios e expressos como diferenças médias padronizadas (DMP). Realizaram-se análises de subgrupos conforme características da avaliação da DFT. Resultados: Foram incluídos 12 estudos com 15 conjuntos de dados. Não houve diferença significativa na DFT máxima entre os grupos com DFP e controles assintomáticos (DMP = 0,3875; IC 95%: -1,02 a 0,25; p = 0,02123) com alta heterogeneidade (I² = 95,56%). Diferenças foram observadas quanto ao tipo de avaliação (ativa ou passiva), mas não quanto à posição ou descarga de peso. Conclusão: A DFT máxima não difere consistentemente entre indivíduos com e sem DFP. A avaliação isolada da DFT não parece suficiente para explicar a presença de DFP.pt_BR
dc.languageengpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora - Campus Avançado de Governador Valadarespt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentICV - Instituto de Ciências da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsUFJF/GVpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectDor femoropatelarpt_BR
dc.subjectTornozelopt_BR
dc.subjectDorsiflexãopt_BR
dc.subjectMetanálisept_BR
dc.subjectAmplitude de movimentopt_BR
dc.subjectPatellofemoral painpt_BR
dc.subjectAnklept_BR
dc.subjectDorsiflexionpt_BR
dc.subjectMeta-analysispt_BR
dc.subjectRange of motionpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
dc.titleAmplitude de movimento de dorsiflexão de tornozelo na dor femoropatelar: revisão sistemática com metanálisept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
Aparece en las colecciones: Fisioterapia - Campus GV



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