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dc.contributor.advisor1Enes, Barbara Nery-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9514649726885853pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Batista, Ângela Giovana-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7898986668410527pt_BR
dc.contributor.referee1Cazal, Mariana de Melo-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6735516049830719pt_BR
dc.contributor.referee2Resende, Thaina Richelli Oliveira-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4395268902418108pt_BR
dc.creatorSousa, Fabiane Meira de-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4699642196798352pt_BR
dc.date.accessioned2026-07-08T11:46:10Z-
dc.date.available2026-07-03-
dc.date.available2026-07-08T11:46:10Z-
dc.date.issued2024-08-20-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20663-
dc.description.abstractProtein intake is often overestimated among individuals who engage in physical exercise and seek to increase lean body mass. This study aimed to evaluate protein consumption and its impact on anthropometric and dietary measures of physical exercise practitioners treated at the Nutrition School Clinic of the Federal University of Juiz de Fora, Governador Valadares Campus (UFJF-GV). This was a retrospective, documentary, quantitative, and descriptive study. The study was conducted based on the analysis of medical records of patients treated from November 2022 to August 2023 in the extension project on nutrition for physical exercise practitioners, athletes, and sportspeople at the UFJF-GV Nutrition School Clinic. The retrospective analysis of the medical records assessed data such as sex, education, recent weight change, alcohol consumption, smoking, sleep quality, disease history, medication use, food intolerances and/or allergies, gastrointestinal discomfort, bowel function, water intake, supplement use, consumption of sweets, fruits and vegetables, and dairy products. Dietary intake data were obtained from a 24-hour recall (R24h) and three food diaries (DA). BMI, arm, waist, hip, calf, and abdominal circumferences, as well as triceps, biceps, subscapular, and supra iliac skinfolds, were evaluated. The participants were divided into MORE PROTEIN and LESS PROTEIN groups based on protein intake greater or less than 1.7g/kg, respectively. Qualitative data were analyzed using chi-square and Fisher's exact tests, while quantitative data were analyzed using the t-test, considering p<0.05. Participants were divided based on protein intake, with 46.7% consuming more than 1.7 g/kg of protein according to the R24h. The majority were female (66.6%); however, the male participants consumed more protein according to the R24h. Although not statistically significant, sweet consumption was higher in the group with lower protein intake (33.3%). There was a higher consumption of supplements by the MORE PROTEIN group, but not a statistically significant difference. Creatine was the most consumed supplement in both groups. Participants with higher protein intake had lower body fat, hip circumference, and sum of skinfolds, but no difference in lean body mass was observed. Caloric and carbohydrate intake was significantly higher in the higher protein intake group according to R24h data, but these results were not confirmed in the average of the DA. The findings showed that protein consumption above 1.7 g/kg was associated with lower body fat measures, without significantly increasing lean body mass. This result may be explained not only by higher protein intake but also by the fact that the group consuming more protein also had more balanced caloric and carbohydrate intake in line with their nutritional needs, along with lower consumption of high-calorie foods.pt_BR
dc.description.resumoA ingestão de proteínas muitas vezes é superestimada entre indivíduos que praticam exercícios físicos e buscam aumento de massa livre de gordura.O objetivo deste trabalho foi avaliar o consumo de proteínas e seu impacto em medidas antropométricas e dietéticas de praticantes de exercício físico atendidos na Clínica Escola de Nutrição da Universidade Federal de Juiz de Fora, Campus Governador Valadares (UFJF-GV). Tratou-se de um estudo retrospectivo, documental, quantitativo e descritivo. O estudo foi conduzido com base na análise de prontuários de pacientes atendidos de novembro de 2022 até agosto de 2023 no projeto de extensão em nutrição para praticantes de exercício físico, esportistas e atletas na Clínica Escola de Nutrição da UFJF-GV. Na análise retrospectiva dos prontuários foram avaliados dados como sexo, escolaridade, alteração de peso recente, consumo de bebida alcóolica, tabagismo, qualidade do sono, histórico de doença, uso de medicamentos, intolerâncias e/ou alergia alimentar, desconforto gastrointestinal, funcionamento do intestino, ingestão hídrica, uso de suplementos, consumo de doces, frutas e verduras, e de leite e derivados. Os dados de consumo alimentar foram obtidos a partir do recordatório de 24 horas (R24h) e três diários alimentares (DA). Avaliou-se o IMC, circunferências braquial, cintura, quadril, panturrilha e abdominal, e as dobras cutâneas tricipital, bicipital, subescapular e suprailíaca. Os participantes foram divididos em grupos MAIS PTN e MENOS PTN conforme o consumo de proteínas maior ou menor que 1,7g/kg, respectivamente. Os dados qualitativos foram analisados utilizando-se os testes chi-quadrado e de Fisher; e os dados quantitativos utilizando-se o teste t, considerando p<0,05. Os participantes foram divididos conforme o consumo de proteínas, com 46,7% ingerindo mais que 1,7 g/kg de proteínas segundo o R24h. A maioria era do sexo feminino (66,6%), porém o consumo de proteína foi maior no sexo masculino. Embora não estatisticamente significativo, o consumo de doces foi maior no grupo com menor ingestão proteica (33,3%). Houve um maior uso de suplementos alimentares no grupo com o maior consumo proteico porém sem diferença estatística entre os grupos. O suplemento mais consumido em ambos os grupos foi a creatina. Os participantes com maior ingestão proteica apresentaram menos gordura corporal, circunferência do quadril e somatória de dobras cutâneas, mas não houve diferença na massa livre de gordura. A ingestão calórica e de carboidratos foi significativamente maior no grupo de maior consumo proteico, segundo os dados do R24h. Mas estes resultados não foram confirmados na média dos DA. Os achados mostraram que o consumo de proteína acima de 1,7 g/kg estava associado a menores medidas de gordura corporal, sem aumento significativo na massa livre de gordura. Este resultado pode ser explicado não somente pelo maior consumo de proteínas mas também pelo fato de que o grupo que consumiu mais proteína também apresentou um consumo calórico e de carboidratos mais equilibrado com as suas necessidades nutricionais, somado a menor ingestão de alimentos hipercalóricos.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora - Campus Avançado de Governador Valadarespt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentICV - Instituto de Ciências da Vidapt_BR
dc.publisher.initialsUFJF/GVpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectProteínaspt_BR
dc.subjectExercício físicopt_BR
dc.subjectRecomendações nutricionaispt_BR
dc.subjectAvaliação Nutricionalpt_BR
dc.subjectAntropometriapt_BR
dc.subjectProteinspt_BR
dc.subjectPhysical exercisept_BR
dc.subjectNutritional recommendationspt_BR
dc.subjectNutritional assessmentpt_BR
dc.subjectAnthropometrypt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::NUTRICAOpt_BR
dc.titleImpacto do consumo de proteínas em parâmetros dietéticos e antropométricos de praticantes de exercício físicopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
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