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dc.contributor.advisor1Devito, Karina Lopes-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4784774662242445pt_BR
dc.contributor.referee2Gasparoni, Letícia Miquelitto-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5031998197450232pt_BR
dc.contributor.referee3Ferreira, Luciano Ambrósio-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1151178225734168pt_BR
dc.creatorMelo, Maria Rodrigues Bernardo de-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8677817030218761pt_BR
dc.date.accessioned2026-07-08T12:57:26Z-
dc.date.available2026-07-08-
dc.date.available2026-07-08T12:57:26Z-
dc.date.issued2025-12-12-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20680-
dc.description.abstractThe objectives of the present study were to describe the morphological aspects of petrotympanic fissure (PTF) in cone-beam computed tomography (CBCT) images, establish a standardized protocol for its analysis and classification, determine the prevalence of its different types and evaluate their association with the variables sex and age. This is an observational, retrospective, and cross-sectional study in which CBCT examinations of 121 participants (242 TMJs) were done. Two examiners, previously calibrated by a specialist in Dental Radiology, performed the tomographic analyses. For the localization and classification of PTF, three consecutive sagittal slices were selected from a reference axial slice. The classification followed the model proposed by Sato et al. (2008), which categorizes PTF into: type 1 (wide along its entire length), type 2 (wide entrance with progressive thinning), and type 3 (narrow exit). The data were presented using absolute and relative frequencies of the types of PTF. The Chi-square test was applied to verify associations between PTF types and sociodemographic variables. The sample was predominantly female (67.8%), with a higher concentration of individuals in the 18-29 age group (26.4%). Among the 242 TMJs evaluated, type 1 was the most prevalent (38.8%), followed by types 2 (34.7%) and 3 (26.5%). No significant association was identified between the PTF type and age group; however, a significant association with sex was observed: type 1 was more frequent among women, while types 2 and 3 predominated among men. It is concluded that the proposed protocol represents an important contribution to the standardization of PTF identification and classification in CBCT images, reducing possible methodological variability and favoring comparability between studies. Further research is recommended to investigate the possible relationships between the morphology of the PTF, temporomandibular disorders, and otological symptoms.pt_BR
dc.description.resumoOs objetivos do presente estudo foram descrever os aspectos morfológicos da fissura petrotimpânica (FPT) em imagens de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), estabelecer um protocolo padronizado para sua análise e classificação, determinar a prevalência de seus diferentes tipos e avaliar a associação destes com as variáveis sexo e idade. Trata-se de um estudo observacional, retrospectivo e transversal, no qual foram analisados exames de TCFC de 121 participantes (242 ATMs). Dois examinadores, previamente calibrados por um especialista em Radiologia Odontológica, realizaram as análises tomográficas. Para a localização e classificação da FPT, selecionaram-se três cortes sagitais consecutivos a partir de um corte axial de referência. A classificação seguiu o modelo proposto por Sato et al. (2008), que categoriza a FPT em: tipo 1 (larga ao longo de toda a extensão), tipo 2 (entrada ampla com adelgaçamento progressivo) e tipo 3 (saída estreita). Os dados foram apresentados utilizando-se frequências absoluta e relativa dos tipos de FPT. O teste Qui-quadrado foi aplicado para verificar associações dos tipos de FPT com as variáveis sociodemográficas. A amostra foi predominantemente feminina (67,8%), com maior concentração de indivíduos na faixa etária de 18 a 29 anos (26,4%). Entre as 242 ATMs avaliadas, o tipo 1 foi o mais prevalente (38,8%), seguido pelos tipos 2 (34,7%) e 3 (26,5%). Não foi identificada associação significativa entre os tipos de FPT e a faixa etária; entretanto, observou-se associação significativa com o sexo: o tipo 1 foi mais frequente entre mulheres, enquanto os tipos 2 e 3 predominaram entre os homens. Conclui-se que o protocolo proposto representa uma importante contribuição para a padronização da identificação e classificação da FPT em exames de TCFC, reduzindo possíveis variabilidades metodológicas e favorecendo a comparabilidade entre estudos. Recomenda-se a realização de novas pesquisas que investiguem as possíveis relações entre a morfologia da FPT, disfunções temporomandibulares e sintomas otológicos.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Odontologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Embargadopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectFissura petrotimpânicapt_BR
dc.subjectAnatomiapt_BR
dc.subjectArticulação temporomandibularpt_BR
dc.subjectDisfunção temporomandibularpt_BR
dc.subjectPetrotympanic fissurept_BR
dc.subjectAnatomypt_BR
dc.subjectTemporomandibular jointpt_BR
dc.subjectTemporomandibular dysfunctionpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIApt_BR
dc.titleInvestigação tomográfica da fissura petrotimpânica: método para localização e classificação com base em aspectos morfológicospt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
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