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dc.contributor.advisor1Ribeiro, Patrícia Rafaela Otoni-
dc.contributor.advisor1Latteslattes.cnpq.br/9147970279982877pt_BR
dc.contributor.referee1Carmo, Adriana Fernandes do-
dc.contributor.referee1Latteslattes.cnpq.br/6318124429430595pt_BR
dc.creatorSantos, Carla Sampaio dos-
dc.creator.Lattes-pt_BR
dc.date.accessioned2026-07-10T15:37:26Z-
dc.date.available2026-01-30-
dc.date.available2026-07-10T15:37:26Z-
dc.date.issued2026-01-30-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20762-
dc.description.abstract-pt_BR
dc.description.resumoO presente estudo tem como proposta analisar as normativas de duas redes de ensino vigentes antes da publicação da PNEEI (Brasil, 2025) no que se refere ao apoio à inclusão escolar e as práticas atribuídas ao profissional. Parte-se da experiência da autora como profissional de apoio em Juiz de Fora-MG na rede municipal e na e das normativas locais. A pesquisa se propõe a tensionar as seguintes questões: à luz da PNEEI e dos documentos das redes de ensino investigadas, qual é, de fato, o escopo legal e pedagógico da atuação do profissional de apoio, seja ele monitor, cuidador ou acompanhante especializado, no contexto da sala de aula? Como a Resolução nº 201 da Secretaria Municipal de Educação (Juiz de Fora) e o documento Instrução Pedagógica nº 05/2017 da Diretoria de Educação Escolar e Assistência Social (DEEAS) para uma escola da de Minas Gerais com administração militar regulamentam as atribuições do profissional de apoio em contraste com o Decreto PNEEI? Partindo de uma abordagem qualitativa de caráter analítico e interpretativo, fundamentada na análise documental, verifica-se como as normativas traduzem, regulam e materializam o papel do profissional de apoio na efetivação da política inclusiva. Os resultados evidenciam que, embora haja alinhamento conceitual entre as normativas analisadas e os princípios da política nacional, persistem lacunas significativas na materialização dessas diretrizes no cotidiano escolar. Observam-se fragilidades na articulação entre os profissionais, indefinições quanto às atribuições do PDA e do PAEE, limitações na formação continuada e práticas que, por vezes, reforçam a fragmentação do processo inclusivo, comprometendo a participação, o pertencimento e a aprendizagem dos estudantes público-alvo da Educação Especial. Conclui-se que a efetivação da educação inclusiva depende menos da existência formal das políticas e mais da consolidação de práticas colaborativas, da formação permanente dos profissionais e da construção de uma cultura institucional comprometida com a corresponsabilidade pedagógica, reafirmando a inclusão como compromisso ético, político e educativo de toda a comunidade escolar.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Educaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/*
dc.subjectProfissional de apoiopt_BR
dc.subjectInclusão escolarpt_BR
dc.subjectPolítica nacional de educação especial inclusivapt_BR
dc.subjectRedes de ensinopt_BR
dc.subject.cnpqEducaçãopt_BR
dc.titleA docência especializada como apoio à inclusão escolar: (re) definições normativas e práticas em duas redes de ensinopt_BR
dc.typeTrabalho de Formação Docentept_BR
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