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dc.contributor.advisor1Grossi, Mônica Aparecida-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1395478014425218pt_BR
dc.contributor.referee1Capuchinho, Michelle Neves-
dc.contributor.referee1Latteshttps://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.contributor.referee2Almeida, José Amilton de-
dc.contributor.referee2Latteshttps://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.creatorTeles, Isabela Silva-
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.date.accessioned2026-07-22T15:13:26Z-
dc.date.available2026-07-08-
dc.date.available2026-07-22T15:13:26Z-
dc.date.issued2026-02-03-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20878-
dc.description.abstractThe paper reflects on the inseparability between the Agrarian Question and the Environmental Question in Brazil, based on the concept of social metabolism formulated by Marx (2013) and the analysis made by Foster (2005). The research analyzes the historical formation of the Brazilian agrarian structure, marked by large estates, monoculture, and compulsory labor by enslaved people, highlighting how these elements structure a predatory relationship with the land and deepen social, racial, and territorial inequalities. It also discusses the role of conservative modernization in the countryside, intensified by the Green Revolution and updated by Industry 4.0 technologies, and its socio-environmental impacts, such as increased land concentration, the expropriation of peasants, indigenous peoples, and traditional communities, as well as worsening food insecurity. Based on a critique of the notion of the Anthropocene (MARQUES, 2018), in dialogue with the perspective of the Capitalocene, it is clear that environmental degradation and metabolic rift stem from a specific system of production organization and not from human action in the abstract. In this context, agroecology is understood as an alternative and popular political project, capable of articulating work, nature, territory, and food sovereignty in opposition to the agribusiness model. Based on concrete experiences of popular resistance, notably the Solidarity Planting Project developed by the Landless Rural Workers Movement (MST) in the Zona da Mata Mineira region, and the Feijão de Ogum project, which demonstrate the possibility of rebuilding social metabolism through collective organization, class solidarity, and coordination between rural and urban areas. Finally, the work reaffirms the importance of social movements in building alternatives to the structural crisis of capital and highlights the role of Social Work in the critical analysis of reality and the defense of social rights.pt_BR
dc.description.resumoO trabalho reflete acerca da indissociabilidade entre a Questão Agrária e a Questão Ambiental no Brasil, a partir do conceito de metabolismo social formulado por Marx (2013) e da análise feita por Foster (2005). A pesquisa analisa a formação histórica da estrutura agrária brasileira, marcada pelo latifúndio, pela monocultura e pelo trabalho compulsório de pessoas escravizadas, evidenciando como esses elementos estruturam uma relação predatória com a terra e aprofundam desigualdades sociais, raciais e territoriais. Discute-se, ainda, o papel da modernização conservadora do campo, intensificada pela Revolução Verde e atualizada pelas tecnologias da Indústria 4.0, e seus impactos socioambientais, como o aumento da concentração fundiária, a expropriação de camponeses, povos indígenas e comunidades tradicionais, bem como o agravamento da insegurança alimentar. A partir da crítica da noção de Antropoceno (MARQUES, 2018), dialogando com a perspectiva do Capitaloceno, fica evidente que a degradação ambiental e a fissura metabólica decorre de um sistema específico de organização da produção e não da ação humana em abstrato. Nesse contexto, a agroecologia é compreendida como um projeto político alternativo e popular, capaz de articular trabalho, natureza, território e soberania alimentar em oposição ao modelo do agronegócio. A partir de experiências concretas de resistência popular, com destaque para o Projeto Plantio Solidário, desenvolvido pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na Zona da Mata Mineira, e para o Feijão de Ogum, que demonstram a possibilidade de recomposição do metabolismo social, construída por meio da organização coletiva, da solidariedade de classe e da articulação entre campo e cidade. Por fim, o trabalho reafirma a importância dos movimentos sociais na construção de alternativas à crise estrutural do capital e destaca o papel do Serviço Social na análise crítica da realidade e na defesa dos direitos sociais.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Serviço Socialpt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/*
dc.subjectCapitalismo e ruptura metabólicapt_BR
dc.subjectAlternativas popularespt_BR
dc.subjectAgroecologiapt_BR
dc.subjectPlantio solidáriopt_BR
dc.subjectFeijão de Ogumpt_BR
dc.subjectCapitalism and Metabolic Rupturept_BR
dc.subjectPopular Alternativespt_BR
dc.subjectAgroecologypt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIALpt_BR
dc.titleSementes de resistência: agroecologia como um projeto coletivo de articulação entre lutas sociais do campo e da cidadept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
Aparece en las colecciones: Serviço Social - TCC Graduação



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