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dc.contributor.advisor1Felippe, Miguel Fernandes-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3591101019508810pt_BR
dc.contributor.referee1Silva, Camila Neves-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8121431552969145pt_BR
dc.contributor.referee2Lopes, Jader Janer Moreira-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4297078672618566pt_BR
dc.contributor.referee3Costa, Alfredo-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1011537382553747pt_BR
dc.creatorRaimundo, Carina da Silva-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4338496774414507pt_BR
dc.date.accessioned2026-07-28T12:18:23Z-
dc.date.available2026-07-23-
dc.date.available2026-07-28T12:18:23Z-
dc.date.issued2023-12-20-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20935-
dc.description.abstractMy trajectories as a social-political subject, teacher and researcher have led me to critically reflect on the ways in which we approach water issues in schools, which are often plastered over by the theory of the hydrological cycle, which is the most widespread way of explaining the movement of water in scientific circles and in the school environment. The theory of the hydrological cycle reflects the space-time in which it was reformulated, being based on traditional Cartesian logic, emphasizing physical processes and making invisible the ways in which social actors participate in water processes. Given the importance of human beings in moving water through their bodies, their social, cultural, economic and religious practices, the limitations of the theory of the hydrological cycle began to be criticized at the end of the 20th century. In this context, the theory of the hydrosocial cycle was reformulated, with the social supply of water discussions as a theoretical advance. In view of this, my research uses the hydrosocial cycle as a theoretical basis for understanding how children in the 3rd and 4th grades at the Arcanjo Antonino Lopes Municipal School understand the Paraíba do Sul River. Specifically, the aim is to discuss the hydrosocial perspective as a way of building knowledge about water in schools. The research methodology was based on participatory strategies and the data was analyzed qualitatively. In order to encourage children to play a leading role, I found drawings to be a suitable method for producing data, since this is one of the main symbolic productions of childhood. Finally, it was found that by discussing water in a multidimensional and participatory way, the students demonstrated a wealth of knowledge about water that is closely linked to their lives and experiences as social subjects in their processes of being and being in the world.pt_BR
dc.description.resumoAs minhas trajetórias percorridas enquanto sujeito social-político, professora e pesquisadora me levaram a refletir criticamente sobre as formas como abordamos as temáticas hídricas nas escolas, muitas vezes engessadas pela teoria do ciclo hidrológico, que é a forma mais difundida no meio científico e no ambiente escolar para explicar os movimentos da água. A teoria do ciclo hidrológico reflete o espaço-tempo em que foi reformulada, sendo fincada na lógica tradicional-cartesiana, dando ênfase aos processos físicos e invisibilizando as formas como os atores sociais participam dos processos hídricos. Tendo em vista a importância dos seres humanos para movimentar a água através de seus corpos, suas práticas sociais, culturais, econômicas e religiosas, as limitações da teoria do ciclo hidrológico começaram a ser criticada no fim do século XX. Nesse contexto, a teoria do ciclo hidrossocial foi formulada, tendo como avanço teórico o abastecimento social das discussões hídricas. Em vista disso, a minha pesquisa tem o ciclo hidrossocial como base teórica para entender como as crianças do 3º e 4º do ensino fundamental I, da escola Municipal Arcanjo Antonino Lopes compreendem o Rio Paraíba do Sul. E de forma específica, busca-se debater a perspectiva hidrossocial como caminho para a construção de conhecimento sobre a água nas escolas. Os caminhos metodológicos da investigação foram baseados em estratégias participativas e os dados foram analisandos de forma qualitativa. Visando propiciar o protagonismo infantil, encontrei nos desenhos um método condizente para a produção de dados, já que esta é uma das principais produções simbólicas da infância. Por fim, constatou-se que ao discutir a água de forma multidimensional e participativa, os discentes demonstravam uma enorme bagagem de conhecimento sobre água que estão intimamente ligados a suas vivências e experiências enquanto sujeito sociais nos seus processos de ser e estar mundo.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentICH – Instituto de Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-graduação em Geografiapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectÁguapt_BR
dc.subjectCiclo hidrossocialpt_BR
dc.subjectCriançaspt_BR
dc.subjectRio Paraíba do Sulpt_BR
dc.subjectVivênciapt_BR
dc.subjectWaterpt_BR
dc.subjectHydrosocial cyclept_BR
dc.subjectChildrenpt_BR
dc.subjectParaíba do Sul Riverpt_BR
dc.subjectExperiencept_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIApt_BR
dc.titleO rio que passa atrás da minha casa: as crianças e o ciclo hidrossocialpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
Appears in Collections:Mestrado em Geografia (Dissertações)



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