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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisor1Duarte, Marco José de Oliveira-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1776095470421007pt_BR
dc.contributor.referee1Paiva, Sabrina Pereira-
dc.contributor.referee2Alves, Leonardo Nogueira-
dc.creatorFerreira, Larissa de Castro Marção-
dc.creatorCoelho, Millainy de Oliveira-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5863295838942998pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6806204557241321pt_BR
dc.date.accessioned2026-08-04T10:56:13Z-
dc.date.available2026-07-23-
dc.date.available2026-08-04T10:56:13Z-
dc.date.issued2026-11-26-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20959-
dc.description.abstractIndisponível.pt_BR
dc.description.resumoHistoricamente as diversidades no campo das sexualidades e dos gêneros foram tratadas por vieses tanto conservadores, como moralistas e sobre as mesmas sempre existiu um olhar extremamente negativo e punitivista. Com isso, ao longo dos séculos diversas instituições, e, em particular, as da ordem médica, e, especificamente, as de saúde mental, assumiram o papel de enquadrá-las como patológicas. Atualmente, apesar de as Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) não se enquadrarem como sujeitos com patologias, o processo de sofrimento não as abandonou uma vez que por continuarem subjugadas as mais diversas formas de violência, a população LGBT se torna predisposta a um maior sofrimento mental. Dessa forma, constatou-se a importância desses sujeitos acessarem as políticas de saúde mental, bem como os serviços oferecidos pela mesma, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Assim, enquanto estagiárias de dois dos CAPS da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da cidade de Juiz de Fora – MG, realizou-se uma pesquisa qualitativa, baseada na análise crítica-reflexiva do cotidiano das instituições a fim de entender o espaço ocupado por essa população dentro desses dispositivos assistenciais. Observou-se que a presença das LGBT dentro dos CAPS se dá minimamente e aquelas que acessam, sofrem com o silenciamento e a invisibilidade de suas sexualidades e identidades sexuais e de gênero e, contudo, também se deparam com condutas profissionais que reforçam o estigma, o preconceito e a discriminação. Logo, reafirma-se a necessidade de efetividade das políticas de atenção a população LGBT, tal como dos compromissos firmados pelos órgãos de fiscalização das profissões que compõem as equipes dos CAPS, com vistas a um trabalho profissional em equipe que prime pelo princípio da não-discriminação e eliminação de todas as formas de preconceitos.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Serviço Socialpt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectDiversidade sexualpt_BR
dc.subjectGêneropt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIALpt_BR
dc.titleDiversidade sexual e de gênero no campo da saúde mental: uma aproximação a partir da experiência de estágiopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
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