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dc.contributor.advisor1Scalioni, Flávia Almeida Ribeiro-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8163524626307724pt_BR
dc.contributor.referee1Machado, Fernanda Campos-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7583859192208544pt_BR
dc.contributor.referee2Martins, Laís Canêdo-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6596955086078884pt_BR
dc.creatorBarros, Ana Carolina Martins de-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8904474496438211pt_BR
dc.date.accessioned2026-08-31T11:29:11Z-
dc.date.available2026-08-28-
dc.date.available2026-08-31T11:29:11Z-
dc.date.issued2026-06-10-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/21163-
dc.description.abstractObjective: To analyze the oral hygiene habits of children and adolescents with Autism Spectrum Disorder (ASD) in the city of Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil, as well as to identify associated behavioral factors and the main challenges faced by caregivers in performing these practices. Methods: A cross-sectional study was conducted using a convenience sample composed of parents or caregivers of children and adolescents with ASD (0–18 years) living in Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil. Data were collected through a structured self-administered questionnaire available in an electronic form, including sociodemographic, clinical, and oral hygiene-related information. Data were analyzed using descriptive and inferential statistics, adopting a significance level of 5%. Results: A total of 130 respondents participated, with a predominance of mothers (86.9%) and female respondents (90.0%). Among the children/adolescents, males predominated (76.9%), and most were aged up to 10 years (65.4%). The majority brushed their teeth one to two times per day (61.5%) and required assistance (66.1%). A high frequency of resistance to oral hygiene was observed (73.1%), while 70.0% used fluoridated toothpaste. Higher family income was significantly associated with greater brushing frequency (p = 0.002). Age and level of support were associated with the need for assistance (p < 0.001), with younger children and those requiring higher levels of support being more dependent. The level of support was also associated with lower brushing frequency (p = 0.013). No significant associations were found with race/ethnicity or verbal communication. Conclusion: Children and adolescents with ASD show high dependence on caregivers for oral hygiene and a high frequency of behavioral resistance, influenced by sociodemographic and clinical factors, particularly income, age, and level of support.pt_BR
dc.description.resumoObjetivo: Analisar os hábitos de higiene bucal de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no município de Juiz de Fora – MG, bem como identificar fatores comportamentais associados e os principais desafios enfrentados pelos familiares na realização desses cuidados. Métodos: Estudo transversal, com amostra por conveniência composta por pais ou responsáveis por crianças/adolescentes com TEA (0–18 anos), residentes em Juiz de Fora – MG. A coleta de dados foi realizada por meio de questionário estruturado autoaplicável, disponibilizado em formulário eletrônico, contendo informações sociodemográficas, clínicas e relacionadas aos hábitos de higiene bucal. Os dados foram analisados por estatística descritiva e inferencial, adotando-se nível de significância de 5%. Resultados: Participaram 130 respondentes, com predominância de mães (86,9%) e indivíduos do sexo feminino (90,0%). Entre as crianças/adolescentes, prevaleceu o sexo masculino (76,9%) e idade até 10 anos (65,4%). A maioria realizava escovação dentária de uma a duas vezes ao dia (61,5%) e necessitava de auxílio (66,1%). Observou-se alta frequência de resistência à higiene bucal (73,1%), enquanto 70,0% utilizavam dentifrício fluoretado. Houve associação significativa entre maior renda familiar e maior frequência de escovação (p = 0,002). A idade e o nível de suporte associaram-se à necessidade de assistência (p < 0,001), sendo crianças mais novas e com maior nível de suporte mais dependentes. O nível de suporte também se associou à menor frequência de escovação (p = 0,013). Não foram observadas associações significativas com raça/cor ou comunicação verbal. Conclusão: Crianças e adolescentes com TEA apresentam elevada dependência para a realização da higiene bucal e alta frequência de resistência comportamental, sendo esses fatores influenciados por características sociodemográficas e clínicas, especialmente renda, idade e nível de suporte.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Odontologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectTranstorno do Espectro Autistapt_BR
dc.subjectSaúde Bucalpt_BR
dc.subjectHigiene Bucalpt_BR
dc.subjectCriançapt_BR
dc.subjectAdolescentept_BR
dc.subjectAutism Spectrum Disorderpt_BR
dc.subjectOral Healthpt_BR
dc.subjectOral Hygienept_BR
dc.subjectChildpt_BR
dc.subjectAdolescentpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
dc.titleHábitos de higiene bucal de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista em Juiz de Fora - MGpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
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